«Estes textos são apenas ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.»

quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

ÀS VEZES VOU ATÉ AQUI...



Porque gosto do mar,
Porque gosto do cheiro da maresia,
Porque gosto de sentir saudades das minhas saudades.
«ac MMXXIV»

 

terça-feira, 16 de janeiro de 2024

À margem de nós mesmos

 


Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos

 

segunda-feira, 15 de janeiro de 2024

Quero viver com quem me faça sorrir de mil e uma diferentes maneiras

 


Quero viver com quem me faça sorrir de mil e uma diferentes maneiras, quem me arranque da mesa a meio do jantar unicamente para me beijar

ESTA NOITE…

 


Parto numa nova e longa viagem para a felicidade.
Desta vez, sem retorno
Porque apenas quero viver a minha vida
Estou a caminho da próxima aventura, do sonho seguinte
Como sempre faço
Quero continuar o meu  caminho a sonhar
«acMMXXIV»


sábado, 13 de janeiro de 2024

UM GRANDE AMOR

 



Namoraram-se durante alguns anos.
O destino encarregou-se de  separar este "grande amor".
Seguiram ambos caminho diferentes.
Mas nunca se esqueceram um do outro.
Ele ficou do lá de lá do Atlântico.
Ela do lado de cá.
Nenhum foi feliz nos respectivos  casamentos.
Quando ele regressou para o "lado de cá" começou a passar férias na cidade de quem tanto amou.
Casada que foi durante muitos anos nunca foi feliz.
Quando soube que o seu primeiro amor passava férias bem pertinho de quem tanto amou começou a segui-lo para que ele a visse.
Nunca a viu
Nunca olhou para quem lhe seguia os passos.
Com ela levava sempre os dois filhos.
Queria que ele os visse para que  os quatro fugissem da cidade que tanta amargura lhe deu.
Nada  aconteceu como era seu desejo.
Muitos anos passaram sem se verem e nada saberem um do outro
 Recentemente por "ironias do destino" reencontraram-se na cidade que os dois tanto amam.
Ela viúva,
Ele separado.
Renasceu um grande amor
Ela continua linda.
Talvez a pessoa mais importante da vida dele.
Ele, perdidamente apaixonado por ela e pelos seus olhos cor de avelã.

«acMMXXIV»

segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

Nunca consegui odiar ninguém

 



Nunca consegui odiar ninguém. Já me revoltei e ameacei. Mas não sei odiar, mesmo que o queira muito. O que faço com quem me desrespeita é ser indiferente. A indiferença é a minha forma natural de mostrar o ódio que não consigo sentir.

PARA TI QUE ESTÁS AI NO CIMO DA "INFANTE" E QUE TE MIMAS COM OS MIMOS DA MIMO


Pelo “corredor” dos meus aposentos, vindo algures  de um recanto do meu casario, chega-me o som do “Moss”.
A noite está a ficar fria.
 Porque adoro o tocar do saxofone..
 e…só o Moss o sabe fazer  chorar

A TRILOGIA DA VIDA



Enigmática
Misteriosa
Mistica

Dias e noites...



Em que a vida nos transforma e nos enche de alegria porque viver é a melhor coisa do mundo

domingo, 7 de janeiro de 2024

As saudades de Mariana

 


 
A vida prega-nos partidas. A nossa mente faz-nos lembrar coisas passadas e decorridas ao longo do nosso percurso da vida.
Quando era menino aprendi que apenas queria como amigo o amor. Assim fui e vou vivendo mesmo sabendo que tudo não passa de uma ilusão. Previ sempre as necessidades antes de se manifestarem. Nasci assim que hei-de fazer?
Olho para as pessoas e sei logo quem são e o que querem. Certas vezes até pensam que vivi com elas numa qualquer vida passada. Começamos a falar e rapidamente concluo que a nossa linguagem é igual para pouco tempo depois saber que somos do mesmo mundo porque as nossas palavras e pensamentos são comuns. Tenho a capacidade de ficar logo amigo de quem ainda mal me conhece. Mas as partidas da vida são uma armadilha. Cria-se entre nós um elo que jamais nos separará.
Foi num casual encontro que nos conhecemos. Olhamos um para o outro e os nossos olhos falaram por nós. Quando lhe falei pela primeira vez disse-me que se chamava Mariana para logo de seguida acrescentar que a «origem do nome» provinha de «uma palavra hebraica» com junção de duas palavras. Acreditei nela. Curioso como sou, fui descobrir que correspondia à verdade. Não bem como se prenuncia e escreve mas parecido porque o hebraico é algo difícil de interpretar. Adiantou-me também que o nome era «uma homenagem à sua avó, nascida a criada no meio do Atlântico». Uma avó que lhe deixou «lembranças de uma boa companheira e amiga de infância».
Mariana fala pelos cotovelos. Ainda hoje julga que todas as pessoas conspiram contra ela. Quando casada, todos eram seus amigos mas com dois casamentos falhados no seu curriculum os casais não querem a sua companhia. Dizem – as mulheres – que «é meio caminho para roubar a pessoa amada».
A sua formação superior fez com que bem cedo soubesse dar valor o que é criar um filho e dar-lhe um curso sem a presença do pai ou do seu substituto. Poeta que é, sabe dar valor às palavras e o que delas se pode obter. Sente nestas a subtileza mas que nem todas as pessoas compreendem.
Quis o destino separar-nos por alguns anos. Quando nos reencontramos foi como o nascer de um filho. Fizemos logo uma promessa junto da estátua do “Navegador”. Entre nós dois «nada poderá haver fisicamente, mas apenas confidências, segredos, amizade e uma grande cumplicidade. Nada mais do que isto» para depois logo acrescentarmos «nunca se deve ceder às nossas fraquezas ou outros desejos».
Mariana é uma mulher linda e sensual. A sua vincada personalidade seduz qualquer mortal. A sua maneira de olhar para quem olha para os seus olhos verdes é a sua arma de serpentear os pensamentos incertos na mente dos homens. Seus cabelos compridos e sedosos são a sua maior riqueza.
O Céu estava carregado de nuvens escuras. O horizonte fazia com que as nossas almas ficassem melancólicas. Sentíamos uma força interior que remexia nos nossos corpos. Falamos do nosso passado e da filha que teve, fruto de alguém que fez parte da sua vida mas que não foi nem é a sua vida. «O melhor que fazemos é não voltar a cruzar os olhos com o dos nossos amores perdidos. Especialmente com aqueles que nunca o foram e não passaram de um belo sonho que um dia acalentámos no fundo do nosso ser». As lágrimas correram-lhe pela face. «Se hoje fosse viva seria uma linda mulher!». Senti nas suas palavras a dor que sente quando se lembra da sua “filhota”. Sei a mágoa que tem nas suas profundezas pela perda. Era o elo que a ligava à vida.
Depois do testemunho prestado junto do símbolo a nossa conversa parecia interminável para ao mesmo tempo sentirmos uma atracção sem explicação. De tal maneira que passadas algumas horas, os nossos corpos envolveram-se na transparência da areia enrolando-se um no noutro para acabarmos descendo até à água do Oceano encobertos pela força do amor com o testemunho do nascer do Sol.
Quando o Sol nasce e estamos junto do mar tudo é infinito. Só nesta altura compreendemos os mistérios da grandeza que a natureza nos esconde. São estes encontros sublimes na junção de dois corpos que fazem com que a vida tenha outro significado.
Claro que aquilo que prometemos um ao outro acabou por ser impossível mas o contrário faz com que a vida não faça sentido. O mundo é composto de fragmentos místicos devendo nós apanhá-los para que possamos compreender o seu significado. «Houve em tempos um fazedor de marionetas. A sua casa era um museu de obras-primas. Todas feitas com paixão e amor. Os anos passaram e a sua casa estava cheia destes pequenos bonecos.
Só, certo dia adoeceu. Não tinha ninguém que o ajudasse. Quando a escuridão entrou nas suas paredes cheias de recordações foram as marionetas que o encaminharam para a longa viagem porque só ele lhes soube dar o tal amor e vida. Só ele compreendia e sabia que as árvores também têm vida. Eram a Alma do mundo» dizia-me muitas vezes Mariana para que pudesse compreender a razão das coisas e os seus sentidos. «O mundo é composto de fragmentos místicos devendo nós apanharmos estes para que possamos compreender os seus significados».
No bater das ondas e na espuma vinda das suas profundezas falávamos muito sobre o mistério da vida e da ingratidão das pessoas. Mariana com a formação que tinha e um coeficiente de inteligência acima da média sentia-se ressentida com certas atitudes do ser humano. Fazia com que eu compreendesse o âmago das raízes para melhor puder compreender a razão das coisas. Só eu a sabia compreender. Estava-me grata por isso.
Um dia viria a saber que a gratidão também tem o seu preço. Os seus problemas passaram a fazer parte da minha vida recebendo em troca os meus. A amizade aprofundou-se ao ponto de já não haver segredos entre ambos.
Nas longas caminhadas que fazíamos pela grande avenida deleitando a essência do mar ou nos dias quentes em que à noite passeávamos pelo grande jardim frontal ao “Centro Cultural” com a companhia de “Alex” o poder do mar e o brilho da bola do Céu aconchegava o nosso interior.
Outras vezes escondíamo-nos do mundo juntinhos ao mar. Logo que as estrela apareciam ficávamos ouvindo o rebentar das ondas para ver ao mesmo tempo o mar roubar a areia que horas antes tinha sido calcorreada por estranhos. Enrolada a mim dizia-me junto do ouvido: «quando uma coisa nos magôa em pequeninos ficamos muito sensíveis às atitudes e criticas dos outros. Sofro muito! Não me desampares porque só tu me sabes compreender». Sentia a sua fragilidade. Era como fosse um bibelô. Encolhia-se nos meus braços para que protegesse.
Quantas noites não adormecemos na praia para acordarmos quando o Sol começava a radiar tudo ao nosso redor com o cantar das gaivotas que voavam para onde estava o seu alimento. Erguíamos os nossos corpos para de seguida só pararmos numa padaria junto do mercado onde a frescura do pão satisfazia a nossa saciedade.
Hoje temos medo que tudo acabe de repente porque o relógio pode parar. Sentimos mais do que nunca que caminhamos juntos para a meta final. Temos a certeza que os nossos corpos jamais terão a força de nossa juventude levando com que saibamos aproveitar todos os momentos que a vida nos oferece para quando os nossos corpos se separarem, as nossas almas se possam enlaçar como as rosas que lhe ofereço quando sei estar triste e as saudades do passado a atormentam

 

quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

A PAIXÃO DAS MINHAS PAIXÕES


UM DIA DESTES…
 
FUI VISITAR A MINHA CAPELA 
 
QUANDO IA A ENTRAR O VENTO TROUXE-ME O CHEIRO DO PERFUME DO MEU GRANDE AMOR.
 
JASMIM E MADEIRA.
 
 

 
Uma voz estranha disse-me:
“Entra e procura a tua Grande Paixão”
Encontramo-nos!
Lindo de morrer o nosso encontro.
Depois seguimos de mãos dadas para a nossa praia.
Mesmo com frio deitamo-nos na areia para ouvirmos o barulho das ondas.
Ela disse-me:
“Só quando piso esta areia sei o quanto te amo…”
Beijamo-nos.
“Casas comigo?”
Caso.
"És a minha PAIXÃO.
Dás vida à minha alma
Amo-te!"

 

Já não posso mudar nada daquilo que fiz ou deixei de fazer

 


terça-feira, 2 de janeiro de 2024

PORQUE GOSTO DE TI



Há pessoas que fazem parte da nossa vida e que nos marcam profundamente .
A “minha amiga Malandra” é uma delas.
Malandra, não por ser malandra mas porque gosto de lhe chamar “malandra” dado ter um lado rebelde, uma faceta de aventureira, uma parte africana e um pouco de cigana e pedaços de egípcia.
É linda de morrer.
Gosta de perfumar-se com os melhores perfumes e de vestir-se com simplicidade porque tudo o que veste lhe fica bem.
Às vezes até se transforma naquilo que não é.
Gosta de mim (muito) e eu também gosto muito dela.
Não nos amamos mas transformamos em amor tudo o que gostamos um do outro.
Conhecemo-nos no mesmo barco quando atravessávamos o Estreito de Gibraltar.
Quando vi os seus olhos a olharem para os meus fixamente apercebi-me de imediato que a minha vida iria mudar naquele preciso momento.
Nunca mais nada seria como dantes.
Uns olhos negros como negro são os mantos dos guardiões do deserto.
Olhos pretos que brilham mais que as estrelas.
Um brilho que até arrepia.
Já passaram algumas luas por nós dois.
Continuamos a ser grandes, mas grandes amigos, e não podemos passar um sem o outro.
A “minha malandra” diz-me na brincadeira que um dia vai “ao Céu e de lá escolherá a melhor parte do mundo para depois me dar”.
Tem-me dado aquilo que nunca esperei que uma pessoa possa dar a outra mesmo sendo “grandes amigos”.
Nunca lhe pedi nada mas já me deu quase o mundo.
Hoje de manhã, liguei-lhe e disse:
“Não te vejo desde o ano passado.
Tenho saudades de te ver,
Tenho saudades e do teu perfume,
Tenho saudades de te abraçar”.
Ainda a tarde estava a começar e a minha amiga “Malandra” já me batia à porta.
Com ela veio a filha.
Linda como a mãe.
Adoro as duas.
São filhas das areias do deserto.
Temos muito em comum os três.
A “mais nova” foi ate à “Reserva do Cavalo de Sorraia” enquanto a minha malandra ficou a conversar comigo.
Falamos…falamos…
Agora que escrevo este pequeno texto (depois das despedidas) a minha casa está entranhada de aroma de perfume egípcio.
Um dia destes ainda lhe peço um perfume de um dos seus pedaços de nascimento para oferecer a quem tanto gosta das coisas egípcias e que todos os dias sobe e desce a minha rua.
Gosto de ti Malandra
Também te amo…

APENAS UM BEIJO...



Já não acredito muito em palavras e sentimentos, mas naquilo que as pessoas estão dispostas a fazer para mostrá-los.
Gosto de quem me dá a sensação de que o tempo parou sem me ter de dizer nada.
Gosto de quem me mostra o que sente sem precisar de falar coisa nenhuma.
Por vezes, basta que me abrace num desses abraços que duram o tempo de um sorriso.
De um beijo.
Apenas.

ESTE MÊS...



O meu pai, se fosse vivo, festejava mais um aniversário.
A nossa relação de pai e filho, foi curta.
Mas guardo dele as melhores recordações
Deixou-me marcas profundas.
Um dia vamo-nos encontrar no caminho das estrelas.

domingo, 31 de dezembro de 2023

Quero despir-me da euforia

 


Quero sempre ter o coração bem aberto para que as coisas mais simples e verdadeiras nele se acomodem.

Quero poder abrir os olhos e sentir a PAZ e a SERENIDADE e poder na mesma proporção ser mão que acolhe e ser acolhida.
Desejo para mim e para quem está ao meu lado um caminho macio, com vestígios de uma relva nova e fresca.
Quero ter pão fresco à mesa, mas que toda a humanidade também possa se servir deste mesmo pão.
A cada nova manhã eu aguardo pelo sopro do SOL que esquenta a alma e nos faz acender a ESPERANÇA para poder esboçar sorrisos e gestos autênticos de afeto.
Quero poder ter a sensação de plenitude no final de cada dia.
Quero despir-me da euforia e descançar no mais silente LUAR...

sábado, 30 de dezembro de 2023

Sinto falta de dias chuvosos




Daqueles que parecem sem fim
Molham e embaçam as vidraças
Com os dedos se escreve algumas palavras,
corações e sorrisos forçados

sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

A ÚLTIMA PÁGINA DO MEU LIVRO


Estou a acabar de escrever a ultima página do meu livro.

Quando estiver toda escrita fecharei para sempre  o livro da minha vida.

Quero começar nova vida em 2024 para a acabar quando deixar este mundo e entrar no "caminho das estrelas".

Nele ficam as memórias do meu passado,  de quem me amou  e dos meus amores como também de quem me deu tudo sem nada me pedir em troca.

O Destino  às vezes troca-nos os caminhos nos quais tanto caminhámos para nos empurrar para um novo caminho.

Vou começar a andar neste novo caminho.

Quem fez parte da minha vida passada nunca esquecerei e estarei-lhes eternamente grato.

Poderão sempre encontrar-me nos meus sítios habituais e continuarei a ser quem sempre fui.

Mas agora com uma nova "vestimenta"

Aquela que Destino me deu.

O melhor do mundo para todos vós e especialmente para "alguém muito especial" que esteve sempre a meu lado mas que nunca me ensinou a dançar.

«acMMXXIII»

quarta-feira, 27 de dezembro de 2023

OS ABRAÇOS DÃO-SE E PRONTO


Seja em que tempo e espaço fôr.

O abraço não se dá a qualquer pessoa.
O abraço partilha-se com pessoas que se acreditam e que estão na mesma energia da gratidão.
Abraço ė um gesto eterno de gratidão.

UM DIA



Numa noite de luar, quando for passear nas areias da minha praia, levar-te-ei ao colo.

DE UM GRANDE AMOR



FOI NESTA VIELA…
Que um dia encontrei a minha Grande Paixão.
Uma viela onde quase nunca entra o Sol mas que serviu para envolver um Grande Amor.
Nesta viela saldei as memórias do meu passado com quem tanto me amou.
Viela que nos levava à praia.
Em ti brinquei com quem tanto me amava.
De ti guardo os melhores momentos de um Grande Amor.
Em ti deixei os aromas do nosso grande amor.
Nesta Viela, quando nos separamos choramos como se o mundo fosse acabar.
Não acabou, mas acabou o nosso amor.
Quando visito a nossa praia, pela calada da noite sinto aromas que só o nosso mar nos sabe dar.
Continuo a amar estas vielas.
De ti guardo os melhores momentos de uma grande paixão.
De ti, guardo as tuas lágrimas.
Como te prometi, quando nos despedimos, nunca mais quero apaixonar-me por quem quer que seja.
Em mim guardo os “nossos melhores momentos”.
Esta noite, quando estava na cama, senti os teus braços a apertar o meu corpo e quase garanto que os teus lábios frios me beijaram.
Tenho saudades de ti.
Nunca te trocarei por ninguém.
Na minha cama jamais alguém se deitará e muito menos ocupará o teu lugar.
Debaixo da tua almofada ainda está o lenço de seda que me deste numa noite de luar.
Tem o cheiro do teu perfume.
Foste o meu Grande Amor.
Amei-te e continuo a amar-te
Estejas onde estiveres nunca me abandones porque preciso me sentir amado por quem tanto me amou.

PARA ALGUÉM ESPECIAL



Tenho uma amiga, que de tempos a tempos, lhe envio 'músicas', que julgo ser de seu agrado, para ouvir.
Há dias enviei-lhe a "Al Bano & Romina Power - Liberta" que a acho linda de morrer.
Não só pela música ou letra mas pelas imagens que fazem parte do video.
Respondeu-me:
"..a música faz parte da minha vida"
Para ti um
Feliz Ano Novo

domingo, 24 de dezembro de 2023

FELIZ NATAL



Acho que quero apenas sentir que alguém sorri quando se lembra de quem fui na sua vida.
Faz-me sentir aconchegado.
Tranquilo.
Quase como um cão ou um gato aninhado no regaço de quem o escolheu proteger do frio e da solidão.
Por um breve instante que vale uma vida.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2023

PRIMEIRO SENTO-ME NA CAMA






E DEPOIS AGRADEÇO À VIDA ALGUMAS DAS COISAS QUE ME ESTÃO A ACONTECER NA PRÓPRIA VIDA. 

Tenho o hábito de acordar e abrir as janelas de casa para provocar uma corrente de ar que me dê a primeira bofetada de vida antes do chuveiro. 

Não o faço de imediato, porque primeiro sento-me na cama, com as persianas ainda corridas, e agradeço à vida algumas das coisas que me estão a acontecer na própria vida. 

A seguir, deixo-me cair de costas sobre a cama e estico todos e cada um dos meus músculos e ossos até sentir que voltaram a estar enumerados e no sítio correcto. 

Levanto-me sempre a sorrir, porque adoro acordar e retomar o dia onde o deixei na noite anterior. 

São hábitos que não considero hábitos, mas antes rituais para me celebrar. 

A água do chuveiro cai enfim tépida, quase fria, sobre a minha cabeça e, finalmente, consigo abrir mais um pouco os olhos.

 A primeira visão que tenho é a da minha nudez. 

A segunda é o reflexo do meu sorriso nos azulejos molhados.

O pior mal é aquele ao qual nos acostumamos



Não permita ficar em lugares que a não há espaço para ser feliz. Não se acostume com pouco, vá em busca do que lhe proporciona bem estar emocional. Mude, tenha atitude de fazer diferente. O pior mal é aquele ao qual nos acostumamos.